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Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

Cobertura criminosa da eleição 2020 está sendo apurada pela Justiça; lágrimas estão rolando

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PAULO AFONSO – Alguns usados como testas de ferro – gostando evidentemente-, outros deitando a língua com força sem pensar no amanhã, acusar autoridades públicas, leia-se: o pessoal da prefeitura de “roubo”, “associação criminosa”, até de “associação com o tráfico de drogas”, era trivial. Do a dia a dia.

A imprensa que aderiu a isto tinha apenas uma certeza, ainda que a Justiça estivesse ativa, Luiz de Deus (PSD), prefeito reeleito, era carta fora do baralho.

Assim seguiram-se os meses de pré-campanha, adentrando no período eleitoral. Até a Polícia Federal viria “logo” buscar o prefeito dado o volume de denúncias contra ele no Ministério Público. Parece que a PF ficou presa a um pé de coentro que nunca chegou.

Se a cobertura criminosa das eleições, inclusive, vergonhosamente, usando doentes da Covid-19  para desgastar o máximo possível a imagem do prefeito, vai ensinar alguma coisa a turminha do microfone para as próximas eleições, não se sabe. O bolso, no entanto, já está apertando.

À época eu questionei um advogado sobre esse tipo de cobertura virulenta, ouvi dele que “cabia tudo na lei que garante a liberdade de imprensa”, ocorre que a dita não pode ser pretexto para incriminar autoridades, e sim, relevar os crimes, quando estes são cometidos. Passados, naturalmente, por verificação. Coisa que, como sabemos, não ocorria.

O fato é que agora, chegada a fatura da canalhice, cabeças vão rolar, porque alguém sempre precisa pagar a conta, no fim da farra.

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