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Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

Com reunião paralela a do Edson Teixeira, prefeito mostrou que secretários não servem para nada

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PAULO AFONSO – Uma coisa, vá lá, é a imprensa afirmar diuturnamente que, os secretários Val Oliveira – assuntos de nada-, e Nino Rangel, Comércio, não disseram até agora a que vieram, e por isso mesmo, estão no governo apenas gerando gastos a mais do necessário.

Agora, a humilhação e fritura impostas pelo prefeito Luiz de Deus (PSD) a eles, na última quinta-feira (25) não havia ainda, até onde se sabe, ocorrido nesta prefeitura. Em tempo nenhum.

Aqui se deve fazer alguma justiça ao Rangel. Primeiro, porque ele abandonou o mundo encantado das trilhas enquanto o setor comercial se afoga na crise, e, em segundo, porque tentou negociar, encarou a parada.

Fez aquilo que se espera de um secretário: interveio em meio à insatisfação do setor comercial, que fez pressão contra a prefeitura e procurou flexibilizar. Marcou a reunião à tarde mesmo, no auditório do Edson Teixeira, onde houvera mais cedo a conversa entre os médicos e vereadores, sendo o secretário abordado abruptamente pelos protestantes.

Ocorre que – falemos aqui tudo com clareza-, Luiz de Deus simplesmente ignorou tudo isso e resolveu a seu modo e ao mesmo tempo, recebendo os representantes do comércio e da Ascopa em sua casa,  enquanto Rangel e Val ficaram com a cara de tacho no Edson.

Alguns comerciantes se dirigiram ao Edson, ficaram sem entender o ocorrido, e depois Rangel e Val foram para a inquisição das redes sociais.

Ninguém está satisfeito

No dia seguinte o dito pelo não dito. Até o início da noite a versão da imprensa oficial, era de que tudo ficaria fechado até o dia 5 de abril, conforme decreto do governador Rui Costa (PT).

Depois de uma grita no pé do ouvido, a coisa mudou e agora, o comércio, durante a semana, funcionará até meio-dia.

O ocorrido, resta provado – que os secretários são mais vítimas que culpados. Fica uma situação de instabilidade porque ninguém sabe o que pode fazer que não será desfeito no ato seguinte. Sem conversa e sem entendimento.

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