contato@ivonelima.com.br

Paulo Afonso-BA, 8 de junho de 2026

O problema central do governo Galinho é a diminuição do cidadão

Postado por:

Facebook
WhatsApp
f73e5ff7-d12d-4a10-9178-94fa1e4601ff

PAULO AFONSO- “Ela foi ter o bebê (maternidade do hospital Nair Alves de Souza) que pesava quatro quilos, não tinha como tê-la por parto normal, sofreu muito, quase morreu. Quanto optaram pela cesariana, a criança que era perfeita, faleceu.”

“Meu amigo caiu da moto e disseram a ele que não tem vaga, mandaram ele ir para casa. Mas assim, sem assistência nenhuma, com dores insuportáveis, e sem promessa de que ele será removido.”

“Parte do BTN só tem mato, está completamente abandonado e, com praças sem manutenção, a população não circula tanto por ali, o resultado é que o comércio está afundando a cada dia.”

“Meu filho (morador da área rural) precisou pagar 30 reais por dia para não perder as provas no colégio Carlina. Como não temos tanto dinheiro assim, ele perdeu aulas, porque os motoristas não passaram mais aqui, em razão da falta de pagamento a eles.”

Se podia escrever até o próximo dia e não cobriria o tanto de problemas estruturais e políticos que sufocam a administração do prefeito Mário Galinho (PSD), causados, principalmente por ele, pelo seu estilo centralizador e pela sua pura e simples falta de aptidão.

Os relatos citados acima foram feitos por diversos cidadãos diretamente a esta jornalista, em lugares diferentes, contudo, impressiona o tanto de pessoas, muitas eleitoras do prefeito, ou, se querem, ex-eleitoras, que se sentem excluídos e diminuídos – quando não humilhados- pela gestão na área rural e no BTN.

Um político inábil

Quando o assunto é pisar no tomate, o prefeito não mede distância e esmaga com gosto. Diante da trinca petista, o senador  Jacques Wagner ( pré-candidato à reeleição), Jerônimo (pré-candidato à reeleição) e Rui Costa (pré-candidato a senador), imprimiu um discurso do que o município precisa, sendo que o momento era de PGP – Programa de Governo Participativo-, ainda que seja um ato político para inglês ver, pressupõe-se interação entre “povo” e governo, e não sobre demandas das prefeituras.

Como de hábito, a assessoria do miolo mole não o preveniu sobre lorotear no palanque, e Galinho mandou aquele hater de costume contra seus antecessores, mais moderado do que quando fala com os crentes, a bem da verdade, mas levou uma chapoletada de Rui Costa que respondeu assim: “Para nós importa prefeitos e ex-prefeitos.”

Por essas e outras, Rui Costa foi o ex-chefe da Casa Civil. Restou evidente o respeito dele à memória do ex-prefeito Luiz de Deus, e não por acaso, Rui frisou mais o nome da pré-candidata a deputada federal, Luiza de Deus, do que o dele. Não precisava passar por isso se tivesse bom senso.

Do palco, Jerônimo ainda pediu ao prefeito que aplaudisse a colega Ena Vilma Negromonte (Progressistas). Se ele não tinha aplaudido, o fez na tora.

O PT só vem para castigar, mas que fique claro: há erros que se podem atribuir unicamente ao prefeito, mas o conjunto da obra tem a coautoria do governador como aquele que cala e consente.

Em tempo: no PGP, Galinho ainda citou ações da oposição para desestabiliza-lo que, como é do conhecimento geral, foram canetadas pela conselheira do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Aline Peixoto, que é esposa de Rui.

 

Foto: Luan.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *