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Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

Gestão do Nair Alves de Souza: no papel uma coisa e na prática outra

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PAULO AFONSO – A Chesf como há muito tempo deseja fazer, finalmente deu adeus à gestão do Hospital Nair Alves de Souza. Hoje, 31 de dezembro foi, simbolicamente seu último dia.

Que a Chesf há muito tempo leva com a barriga esse hospital não é segredo para ninguém. A grande questão agora é saber se a prefeitura fará a mesma coisa considerando que não há recursos para tocar um hospital quase regional como este.

Durante a campanha, o prefeito Luiz de Deus (PSD) disse que nunca chegou a tal ajuda garantida pelo governo federal. Em entrevista ao Painel, Ghiarone Garibaldi, então secretário de Saúde, informou que em princípio o valor seria de 5,5 milhões de reais para gerir os 25% [da gestão que a prefeitura assumia naquele momento], e depois, conforme fosse aumentando a porcentagem, o recurso seria majorado. Não passou de ilusão.

O fato é que o hospital caiu no colo da prefeitura por determinação judicial, mas os recursos estão nas nuvens.

Veja o que diz um comunicado da prefeitura divulgado no Instagram:

“Já temos um convênio firmado com o Ministério da Saúde como é de conhecimento público e nossa expectativa é até o dia 4 de janeiro fechar o convênio com o Estado para termos uma gestão tripartite”.

Em outras palavras, a parte que cumpre ao estado ainda não foi sacramentada. Porém, segundo a mesma nota, “A verba federal já entrou em conta e com relação ao Estado os recursos chegam a partir de fevereiro em forma dividida em doze anos. As verbas federais entrarão de fundo a fundo e os recursos do Estado nós teremos que produzir para os recursos entrar.”

A nota também pede “paciência” ao cidadão porque como é de conhecimento geral, o Nair está caindo aos pedaços.

Dias difíceis virão.

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