PAULO AFONSO- Fontes da prefeitura disseram há pouco ao Painel, sob reserva, que, Galinho (PSD), se perfumou todo para abraçar o povo pelas comemorações dos 56 anos de fundação do BTN.
Por lá mandou fazer uma edição do tal Beco da Cultura, porém o povo não foi. Impressiona o vazio do evento. Nem os jovens que gostam de festa, se sentiram atraídos para tal. Contudo, a negativa da população em celebrar o aniversário do bairro com o prefeito tem razão de ser. O BTN votou nele com força e hoje se transformou na fronteira do entulho.
Entulho para lá e para cá; saúde inexistente e assistência social muito abaixo da que existia nos governos anteriores; subprefeitura fechada; perseguição e promessas descumpridas a torto e a direito. Resultado: revolta, fadiga e vontade de desfazer o trato, coisa que acontecerá em outubro.
O governo tem o Beco, mas poderia ter colocado uma avenida inteira. O que causou estranheza, no entanto, foram as ausências dos vereadores da base – originários do bairro- inclusive do vice-prefeito. Não teve um único deles nem ara fazer uma selfie com o prefeito.
“Os vereadores do bairro sabem da queimação que frita Galinho, e correram do evento para não serem consumidos pelo fogo juntos”, avalia a fonte.
O prefeito ficou furioso, segue informando meu interlocutor: “Rapaz, ele saiu feliz de casa, mas quando desceu do carro que viu o vazio e não encontrou o pessoal dele, não saiu nada satisfeito.”
Resta-nos perguntar uma coisa: que mundo é esse que os menudos – apelido da tropa de choque de Galinho-, passa para ele? Será que o prefeito pensa que está sendo bem avaliado pelos munícipes?
Não possível!