GLÓRIA- O prefeito David Cavalcanti (Progressistas) passou uma grande turbulência no início do mandato. As dificuldades iam além da perda de receita. Mas ali começava um ciclo novo dentro do grupo, um gestor novíssimo e diferente da antecessora.

David rearranjou sua equipe, dispensou nomes considerados “indemissíveis” e foi criticado dentro do próprio ninho. Mas ele tinha urgência em deixar a prefeitura, de fato, gerida com apoio de lideranças glorienses.
O tempo passou e hoje é impossível não reconhecer seu acerto.
Veio a pandemia de Covid-19 e Glória teve perdas. Toda vida perdida é uma tragédia, mas não houve revolta ou sentimento de abandono por parte de familiares ou da população. O prefeito sofreu críticas, como deve sofrer qualquer gerente de uma crise inédita como esta, mas nada fora do padrão.
A campanha
Quando as coisas poderiam se complicar com um possível agrupamento da oposição, eis que não houve santo capaz de resolver a questão em torno de qual candidato seria o candidato a prefeito. Dividida as coisas se complicam.
David correu por fora e trouxe de volta Carlinho do Brejo (PSD). Some-se a isto a estrondosa chegada de Policarpo dos Santos, ex-prefeito e adversário histórico do grupo. Fechou a tampa.
Apesar de evitar dizer que esteja em vantagem, David não apenas será reeleito como fará a maioria dos vereadores.
Que fique claro: quando sair o resultado em duas semanas, ganha mais David que o grupo Negromonte.
