PAULO AFONSO – Tem gente que trabalhou para o ex-prefeito Anilton Bastos (Podemos), fez tudo contra o prefeito reeleito Luiz de Deus (PSD), e hoje com promessas de aliados de Luiz, preocupados com seus próprios umbigos, estão esfregando as mãos esperando a passagem do tempo e uma boquinha na prefeitura. “Melhor ainda é se nem precisar ir lá, trabalhar”, comentou um reservadamente ao Painel.
Ao passo que pessoas que derramaram suor e colaboraram com votos para a eleição de Luiz, têm o futuro incerto. O caso vale para tanta gente que toca até a mídia. “Já tem gente dá mídia doido por qualquer coisa da gestão, porque o mar não está para peixe”, comentou um interlocutor do prefeito. Segue a fonte:
“Se depender de mim, de alguma influência que eu tenha, será valorizado aquele que se empenhou, que nos ajudou, a minha expectativa é de um pente finíssimo nos traíras. ”
O mesmo interlocutor disse que, o espelho pode ser o que acontece no preenchimento de cargos no governo do estado, em que é considerado o rendimento dos candidatos [que apoiaram o prefeito] nas urnas. Se for por aí, o governo precisa estar preparado para sofrer um turbilhão.
Qual veterano vai querer um cargo inferior e ficar “tranquilo com isso” a despeito de jovens que tiveram desempenho melhor nas urnas?
Outro ponto: aquela visão de calçada cheia, antessala lotada e gente de plantão à porta da prefeitura até altas horas da noite, não vai acontecer mais em razão da Covid-19.
As dificuldades, nota-se, aumentam para ambos os lados.
Deixando claro que se está falando nos escalões inferiores.