BRASÍLIA – O deputado federal Mário Júnior (Progressistas) não é responsável pela má fama do Centrão – com infinitas razões-, nem criou as condições para eleger Arthur Lira, conterrâneo regional, novo presidente da Câmara Federal. Elas foram dadas pela dinâmica política, em princípio, associada à falta de atitude do povo brasileiro que assiste a tudo embasbacado.
O fato é que não sendo responsável pela situação, mas participando dela, Mário Júnior é hoje uma potência regional. Não há dúvidas que o deputado usará sua aproximação com o Arthur para viabilizar projetos nas regiões em que sabidamente é bem votado. O caso de Paulo Afonso, Glória, Rodelas e Jeremoabo.
A tempo: não há nenhum fato negativo, relativo à vitória de Arthur Lira ligado a Mário Júnior, mas haverão muitos positivos com vistas a 2022.