contato@ivonelima.com.br

Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

“Entre tantos municípios da Bahia, priorizei PA para investimento de 5 milhões”, afirma Luiza de Deus; prefeitura ignorou abatedouro

Postado por:

Facebook
WhatsApp
8df6b280-a731-49cf-8a59-93aaf6c181f2

PAULO AFONSO– A entrevista de Luiza de Deus (Avante), mais cedo, à Angiquinho, iluminou o grande problema que atrasa o município e o faz regredir a cada dia, dando à população a mais clara certeza de que não tem qualquer futuro: o político medíocre.

Luiza foi indicada pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), para uma função que estava sem representação em Paulo Afonso, e para a qual existem inúmeras demandas, que é a coordenadoria das políticas públicas do agronegócio da SEAGRI-Bahia.

Visitando povoados, conversando com presidentes de associações, ela viu a possibilidade, urgente, de o município receber um investimento (na ordem de 5 milhões de reais) para ampliar o abate de aves. Ainda hoje, uma moradora do povoado Tigre, disse nas redes sociais que abatedouro seria ótimo para eles.

Os empregos saíram imediatamente. Contudo, Luiza falou com os verbos no passado. “Não será da noite para o dia, mas eu vejo a possibilidade de transformar Paulo Afonso num polo, antes é preciso iniciar essa perspectiva. O abatedouro surgiu dentre outras possibilidades: conversei com apicultores, com a cadeia do leite, do mel e da agricultura familiar que são as portas que temos ainda que iniciantes”, explicou.

“O abatedouro surgiu rapidamente, porque o estado tem a política pública de ampliação do abate de aves e disponibilizou dez unidades – muito pouco para o estado inteiro- então, procurou a disponibilidade de Paulo Afonso e região, mas eu estou aqui, represento a região, e Paulo Afonso é polo”, acrescenta Luiza.

Ela deixou claro que sabia os riscos da mesquinhes política que impossibilita o município de dar um passo à frente. Ao lado do vereador Celso Brito (PRD), bateu à porta da prefeitura e ouviu argumentos vazios, cheios de má vontade que, ao fim e ao cabo, explicam as razões do atraso econômico e, por conseguinte, o sofrimento da população que não consegue prosperar.

“A prefeitura foi oficializada dia 18 de março e nós esperando. Existem editais que podem ser feitos via associação, mas esse era grande, uma obra de 5 milhões de reais e depende, obviamente da manifestação da prefeitura”, resumiu Luiza.

Dito de outra forma, dependia do impossível. Dependia de que o governo pensasse no povo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *