PAULO AFONSO – Vou abrir a divergência em primeira pessoa. O.k?, na minha opinião um vereador que chega na rapa do tacho com pouco mais de 500 votos, e três anos depois se lança pré-candidato a prefeito sem ser ridiculizado, pelo contrário. Os institutos de pesquisa qualificam-no para a empreitada. É absolutamente vencedor.
Tirando aqui a simpatia que nutro por ele, e minha amizade. Devo ser honesta com o leitor, é loucura. Eu sou contra a que Mário Galinho (SD) seja pré-candidato a prefeito porque vejo nisso um jeito de ele ser afastado de sua bem-sucedida trajetória na Câmara Municipal que, a meu ver, pode aguardar mais.
Se ele quiser compor uma chapa majoritária como vice?, vai depender de quem seja, correto?, ainda assim, não me agrada.
O que acontece agora é o seguinte: todos os lados querem uma decisão precipitada do vereador para vê-lo aniquilado. Fato.
Achar que os dois adversários potenciais, Luiz (PSD) e Anilton (Podemos), estão desgastados a ponto de no fim do pleito se afogarem, é romântico, mas não corresponde à realidade.
O que temos: Anilton forte, e Luiz de Deus reagindo a ele. Então diante disso surgir uma candidatura jovem, abraçada ao povo com chances de ganhar e revolucionar a parada, é um sonho. Creio eu, difícil se realizar.