PAULO AFONSO – Ontem a prefeitura precisou interditar um supermercado porque extrapolou o horário de funcionamento O.K, se fosse apenas este o problema.
Durante todo o tempo em que o dito-cujo ficou aberto – diga-se de passagem, não foi um problema localizado-, mas uma realidade de muitos outros, ficou com lotação bem acima do normal gerando enorme aglomeração.
A pergunta necessária é: por que a prefeitura não fiscaliza enquanto este comércio funciona e o coloca dentro da ordem?
Por que a prefeitura de Paulo Afonso segue com ações laterais, como a divulgação de um card escatológico, para aterrorizar as pessoas ainda mais, com o pé esquerdo de um defunto pendurando uma etiqueta de Covid, e por outro, esquece de fazer o básico que á a fiscalização?
Não deixa de ser irônico que, no início de janeiro, o número de casos ativos sempre acima dos 700, já previa o colapso, mas a prefeitura não fez qualquer referência assombrosa a isto.
Como faria se não tinha prefeito?
Passou a fazer, como se nota, de forma atabalhoada, porque sofre pressão do governador Rui Costa (PT).
Não adianta. O problema da prefeitura nem é tanto a Covid-19, mas o fato de a cadeira central do poder continuar vazia.