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Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

“Respeitem o trabalho que fazemos na comunidade”, diz Neném, em nome dos clubes de futebol do BTN; prefeitura recuou de liberar “babas”

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PAULO AFONSO – O desportista Neném ficou surpreso com a nota do Painel, ontem, afirmando que os “babas”, continuam proibidos até o próximo dia 28, conforme os decretos estadual e municipal.

Na última segunda-feira 14, ele e outro desportista, estiveram reunidos com o prefeito Luiz de Deus (PSD) e o secretário de Saúde, Adonel Júnior, quando lhes foi assegurado que os babas poderiam ser jogados aos domingos, a partir das 14h até às 17h, respeitando as medidas sanitárias.

Neném falando em nome de 20 clubes está inconformado, e explicou que os babas vão muito além de um entretenimento, de um jogo.

Por exemplo, durante os torneios os donos de Clube fazem campanhas solidarias e entregam cestas básicas às famílias carentes dos arredores; além de o esporte ser a única saída para tirar jovens que espreitam a criminalidade, quando já não estão nela.

Luiz de Deus ou está realmente alienado dos problemas que o município atravessa, ou, como dizem seus desafetos, não tem capacidade mais de governar, porque assegura uma coisa hoje, amanhã já é outra.

“Eu não estou aqui para queimar gestão, eu falo porque houve falta de respeito com a gente e nós respeitamos todos os decretos. Porque essa semana liberou tudo aí, bar, restaurantes, academias, feira livres e o Ceasa – para que mais aglomeração do que ali?, então por que só o nosso futebol é prejudicado?, futebol que não reúne mais de 50 pessoas?”, questiona.

De acordo com Neném, os babas estão sem funcionar desde os primeiros decretos.

“Liberaram os babas e nós voltamos, mas depois paramos de novo, aqui no BTN não é clube, são babas, são mais de 20 times que saem jogando espalhados, então não dá 50 pessoas no campo; nós sempre cumprimos os decretos.”

Eu não sou mentiroso, eu tenho palavra

 

De acordo com Neném, ele veio conversar com a gestão, justamente para coibir um protesto, tentou dialogar.

“A galera que fazer ir, fazer manifesto e a gente diz que “não, vamos com documentos, não vamos fazer bagunça nem manifesto”, então eu fui, levei à mesa do prefeito e lá nos foi liberado os domingos, com álcool em gel, separando as pessoas e passando álcool, sem deixa ambulante vender bebidas alcoólicas ao redor do campo. Esse foi o acordo, viramos as costas e a coisa foi outra.”

“Eu quero saber porque só o esporte é prejudicado?, a gente sabe do risco do vírus, mas somos responsáveis; nós tiramos crianças da rua, do mal caminho; quando as família nos procuram nós doamos cestas básicas, e quem tem fome não espera não.”

 

 

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