PAULO AFONSO– Eu não tenho qualquer expectativa sobre avanços sociais no município a partir da alternância de poder. Nenhum protagonista eleitoral tem poder para criar em Paulo Afonso nos próximos anos, cerca de 15 mil postos de trabalho, fato que atenuaria os altos índices de pobreza.
Dito de outra forma: nem Galinho (PSDB), e muitos menos seus congêneres: Jean (PSD), Evinha (Solidariedade) e Marconi Daniel (PV) teriam condições de mudar radicalmente esse estado de penúria de Paulo Afonso no qual os jovens não têm emprego nem perspectiva de ter – e os adultos se sustentam em sua grande maioria na informalidade.
A classe trabalhadora que recolhe impostos sustenta uma elite política que contribui dia após dia com a arruína municipal, na forma do compadrio político. Ao menos nesse setor da vida pública, um governo de oposição conseguirá livrar a população. E já seria muito.
Acabar com salários acima da média brasileira e com secretarias de governo para alocar compadres e/ou aposentados.
Com o mínimo de juízo, todos juntos vão contribuir com um ambiente político digno para, a partir daí, começar o trabalho social de recuperação econômica e suas consequências benfazejas na vida dos mais pobres.