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Paulo Afonso-BA, 11 de maio de 2026

Correligionários de Galinho não entenderam a grandeza de ter Macário e Zé de Abel na campanha, ou por outra: prefeito só depois do 15/10

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PAULO AFONSO- Os dois nomes mais influentes da política municipal hoje são, pela ordem: Macário (União) e Zé de Abel (Podemos). O primeiro é tão forte que, o prefeito em exercício, Marcondes (PSD), dizem os emissários, foi às últimas consequências para mantê-lo.

Coletiva de Galinho à imprensa.

 

Se Luiz de Deus (PSD), não tivesse tão abalado pela doença, Macário seria seu candidato a prefeito e teria apoio amplo. Em seguida vem Zé de Abel, que é presidente do Legislativo em razão da palavra de Macário, dada a Luiz de Deus. Forte o suficiente para escantear os demais pretendentes. Custasse o que custasse. E assim foi.

Eis que, num lance de expertise, porque o pré-candidato a prefeito Mário Galinho (PSDB), apanhou muito e aprendeu, ele fez as frentes necessárias para que hoje, essas forças estivessem na mesma foto, ao lado dele e do projeto de renovação.

Contudo, sua base de fãs, que é diferente de gente com trato político, de gente que come poeira e entende o que é essa arte, bate-cabeça e fustiga seus recém-aliados. Uma estupidez que só não vai sair muito caro porque há tempo para correção.

Em primeiríssimo lugar, Galinho está na boca do povo, assim como também esteve há anos; com mandato e botando por dentro, jovem e pujante, tendo do outro lado uma gestão combalida, enfrentando a morte diária de pauloafonsinos em razão da Covid. Um fator degenerante para qualquer estrala política. E onde Luiz de Deus foi buscar essa vitória, inclusive, enfrentando Anilton, seu ex-parceiro, com parte da prefeitura contra ele?

A resposta é simples: nos aliados. A diferença para Galinho foi apenas essa. Enquanto Luiz de Deus tinha todos, Galinho não tinha ninguém. O voto se perde entre o sair de casa e a chegada à urna. É preciso ter quem segure a onda perigosa das ruas, das esquinas, dos becos.

Quem apoia Galinho de verdade, está em silêncio, atento, aberto ao trabalho, procurando entender as nuances da política. Quem se coloca como apoiador para fritar lideranças por questões particulares, vê o próprio umbigo, e não um projeto de governo.

Atentai: a eleição só está liquidada após a contagem dos votos.

Isso posto, ter Macário e Zé de Abel na mesma foto – e os demais que eles trouxeram-, é para Galinho o remédio que faltou em 2020, e, por isso, a doença geral que espalhou.

 

Fotos: Chicó Martins. 

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