Paulo Afonso- Há pouco, um amigo fez a seguinte provocação:
-Ivone, por que a ADAB aceita essa história da perda na pecuária de 19 milhões de reais? Se isso fosse verdade significa dizer que todo o gado de Paulo Afonso morreu.
Meu amigo funga raivoso.
A perda na pecuária diz respeito ao Decreto de n° 1759, no qual o município que vai contratar por mais de 1 milhão de reais Gustavo Lima, diz que precisa decretar situação de emergência, em razão da seca.
Por mais de 1 milhão, quem sabe Gustavo Lima não traz a chuva?
Tudo isso é farofa. Vamos logo ao cerne. No começo da gestão, em janeiro de 2025, Galinho (PSD) decretou outras emergências, inclusive administrativa, fechou o Nair e, com isso, superlotou o dito Hospital Regional.
4 meses depois, gastou a fortuna de mais de 20 milhões numa única festa.
Os políticos derrotados por ele saracutiaram, desceram a madeira no prefeito. Mas foram e são incapazes de chamar o governador Jerônimo à sua responsabilidade.
Nem uma dessas pessoas que criticou Galinho, teve a coragem de emparedar o governador para que ele cobrasse uma atitude do prefeito. Repito: nem uma.
Agem de forma covarde, como se a Saúde do município dependesse exclusivamente do prefeito. Mentira! Fazem isso acreditando na incapacidade de o povo juntar lé com cré. Ou por outra: tentam trazer tudo para as costas do prefeito, ocultam o governador da história e mantêm as tetas do estado.
Como todo castigo para essa politicazinha é pouco, deu-se o seguinte: o galo e o “Gerô” estão no maior love.
Galinho segue firme em seu eterno contrassenso, ungido pelo governador que só se preocupa, dia muito, com a reeleição e deixa o município à própria sorte.
Seja pelos bois inexistentes seja pelas festas apoteóticas, o prefeito sapateia, o seria cisca?, como quer porque não vê adversário que ronde o seu poder, a não ser ele mesmo.